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Osmar Camargo da Silva
Comentário ·
há 10 meses
Golpe do falso advogado: decisão judicial reforça a responsabilidade dos bancos e a proteção do consumidor
Marcielli Marques
·
há 10 meses
Enquanto culpam os bancos os golpistas continuam tendo acesso aos processos. Seria efetivo se fosse feito rastreio de quem acessou o processo, seja quando há golpe ou a tentativa.
A partir do rastreio desses acessos chegaria ao golpista, a não ser que consideremos o crime mais organizado que o sistema, aí não tem jeito: vale a teoria da venda do sofá, isto é, a culpa é do banco.
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Osmar Camargo da Silva
Comentário ·
ano passado
Recebeu Mensagem de um Advogado Dizendo que Você Está Sendo Processado? Cuidado, é Golpe!
Dr Jonathan Pontes Advogado Criminalista
·
ano passado
Temos visto em noticiários e nas mídias informações sobre golpes de pessoas passando por advogados.
Quando se fala em crime, ouvimos dizer organização criminosa ou crime organizado. Levando em conta que tanto a palavra organização e organizado são termos que, quando separados das outras palavras se referem a algo positivo, resta a nós desejarmos que um dia aconteça de utilizarem os meios para rapidamente descobrirem esses golpistas, mas para isso tem que se organizar, porque o crime já o é.
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Osmar Camargo da Silva
Comentário ·
há 3 anos
A responsabilidade no Acidente de Trabalho pelo tomador de serviços na terceirização
Pedro Henrique Keller
·
há 3 anos
Em suma, terceiriza-se o trabalho, mas não os perigos, os riscos. Pelo menos atualmente não. Afinal, o "quintal" onde o trabalhador está não é dele, nem o telhado, nem a fachada que são altos... Então o risco de cair existe nesse local, por exemplo.
O trabalhador brasileiro ainda não está preparado para cuidar de si para que comece assumir responsabilidades pelas exposições às possibilidades de dano ao seu próprio corpo. Prova disso é que encontramos pessoas sobre andaime ou em outro local elevado sem fixar cinto de segurança se o estiver usando, exposto a pó sem usar proteção respiratória, andaime sem fixação/montagem adequadas, escadas mal apoiadas ou mal utilizadas, uso de ferramenta ruidosa sem a devida proteção auditiva, não utilização de óculos de proteção, manuseio de materiais e/ou produtos sem utilização de luvas etc.
Dificilmente algum desse trabalhador vai se proteger por iniciativa própria. Quando isso acontece, nossa reação é como se essa pessoa achasse uma soma de dinheiro e devolvesse ao dono (UAU!), isto é, faremos uma apoteose de algo que deveria ser obvio, natural.
Um dia, talvez, os legisladores encontrem um meio termo, onde o trabalhador passa a ser mais responsável em cuidar de si, onde no ambiente de trabalho receberia todas as informações dos perigos/riscos, analisaria as condições de trabalho e em contrato formal, terá ganho suficiente para arcar com os custos de sua proteção e ter aí a consciência da necessidade de trabalhar de forma segura.
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